terça-feira, 27 de junho de 2017

Referências

Referências
MCKNIGHT, C., DILLON, A., RICHARDSON, J. (Eds.). Hypertext: a
psychological perspective. New York: Ellis Horwood; DILLON, Andrew. 1996. Myths, Misconceptions and an Alternative Perspective on Information Usage and the Electronic Medium. In: ROUET, J.F., LEVONEN, J.J., DILLON, A., JACOBSON, Michael J. 1994. Issues in hypertext and hypermedia research: toward a framework for linking theory-to-design. Journal of Educational Multimedia and Hypermedia, v.3, n.2, p.141-154.
JONASSEN, David. 1998. Designing Constructivist Learning Environments. In: REIGELUTH, C. M. Instructional Theories and Models. 2.ed. Mahwah: Lawrence Erlbaum.
KAWAMURA, Regina. 1998. Linguagem e Novas Tecnologias. In: ALMEIDA, Maria José P.M. de, SILVA, Henrique César da. (Orgs.). Linguagens, Leituras e Ensino da Ciência. Campinas: Mercado das Letras.
MONTEIRO, Eduardo B., REZENDE, Flavia. 1993. Informática e Educação: panorâmica da área segundo artigos dos periódicos nacionais de educação. Tecnologia Educacional,v.22, n.110, 111, p.42-49, jan/abr.1993.
MORAN, José Manuel. 1998. Internet no ensino universitário: pesquisa e comunicação na sala de aula. Interface - Comunicação, Saúde, Educação, n.3, ago.1998.
PACHECO, Samuel Bueno. 1997. Internet: as relações de ensino-aprendizagem no
hiperespaço. Tecnologia Educacional, v.25, n.136, 137, mai/jun/jul/ago.1997.
PERKINS, David N. 1992. Technology Meets Constructivism: Do They Make a Marriage? In: DUFFY, T.M., JONASSEN, D.H. (Eds.). Constructivism and the Technology of Instruction: A Conversation. NJ: Lawrence Erlbaum.
PRETTO, Nelson. 1996.Uma escola sem/com futuro – educação e multimídia. Campinas: Papirus. RAKES, Glenda C. 1996. Using the Internet as a tool in a resource-based learning environment. Educational Technology, sep/oct.1996.
VALENTE, José A. 1993. Diferentes usos do computador na Educação. Em Aberto, Brasília, 12, n.57, p.3-16, jan/mar.1993.
VYGOTSKY, L. 1984. A Formação Social da Mente: O Desenvolvimento dos Processos Psicológicos Superiores. São Paulo: Martins Fontes.

REFERENCIAL TEÓRICO

Na virada do século, não se trata mais de nos perguntarmos se devemos ou não introduzir as novas tecnologias da informação e da comunicação no processo educativo. Já na década de 80, educadores preocupados com a questão consideraram inevitável que a informática invadisse a educação e a escola, assim como ela havia atingido toda a sociedade (Monteiro & Rezende, 1993).
            Atualmente, professores de várias áreas reagem de maneira mais radical, reconhecendo que, se a educação e a escola não abrirem espaço para essas novas linguagens, elas poderão ter seus espaços definitivamente comprometidos (Kawamura, 1998).
Sabemos, entretanto, que os meios, por si sós, não são capazes de trazer contribuições para a área educacional e que eles são ineficientes se usados como o ingrediente mais importante do processo educativo, ou sem a reflexão humana. Mesmo aqueles que defendem a tecnologia, proclamando apenas seus benefícios, deveriam considerar que a tecnologia educacional deve adequar-se às necessidades de determinado projeto político-pedagógico, colocando-se a serviço de seus objetivos e nunca os determinando.
Embora seja verdade que a tecnologia educacional não irá resolver os problemas da educação, que são de natureza social, política, ideológica, econômica e cultural, essa constatação não nos pode deixar sem ação frente à introdução das inovações tecnológicas no contexto educacional. Ainda é preciso continuar pesquisando sobre o que as novas tecnologias têm a oferecer à educação, para que tenhamos condições de formar uma visão crítica fundamentada sobre o seu uso.
Esse deve ser o grande desafio em qualquer projeto de inovação tecnológica na área educacional. Sabemos que, se a tecnologia não recebe o tratamento educacional necessário, o alcance do projeto tende a ser efêmero, não alterando o cotidiano de professores e alunos nem trazendo contribuições ao processo de ensino-aprendizagem (Candau, 1991).
A introdução de novas tecnologias na educação não implica necessariamente novas práticas pedagógicas, pois podemos com ela apenas vestir o velho com roupa nova, como seria o caso dos livros eletrônicos, tutoriais multimídia e cursos a distância disponíveis na Internet, que não incorporam nada de novo no que se refere à concepção do processo de ensino aprendizagem. Dessa forma, as novas tecnologias são usadas apenas como instrumento (Pretto, 1996), os que tende a ser inócuo na educação se não repensaram os demais elementos envolvidos nesse processo.
Nesses termos, “sua utilização acaba por resultar quase sempre em aulas em vídeo iguais às da escola de hoje, ou a textos em microcomputadores, interativos e  auto-instrutivos, mais limitados que os livros existentes nas estantes escolares” (Kawamura,1998).
Acreditar, entretanto, que novas práticas pedagógicas implicam o uso de novas tecnologias, confiando à tecnologia educacional a renovação da educação, seria uma visão extremamente tecnicista do processo educativo. Para Dillon (1996), acreditar que qualquer nova tecnologia nos oferece os meios de resolver nossos problemas educacionais é fazer parte da nova tecnocracia. Segundo ele, essa nova tecnocracia não é muito diferente da velha tecnocracia das máquinas de ensinar de Skinner, mesmo que admitamos avanços teóricos de lá para cá.
Com o uso das novas tecnologias pode se promover no ensino da Matemática, fazendo com que o aluno tenha uma aprendizagem rápida, fácil, interativa e acompanhada de um raciocínio lógico. Portanto professor e aluno devem acompanhar a evolução da tecnologia e, assim, se inserir neste mundo cada vez mais tecnológico.
Os professores de matemática das instituições de ensino devem estar preparados para a utilização dos recursos tecnológicos, tendo domínio dos mesmos, pois precisam agir como mediadores em suas aulas, mostrando a seus educandos como se busca o conhecimento, desenvolvendo neles a capacidade de se auto educar, construir seus próprios conceitos e ter autonomia de resolver os problemas, participando ativamente da sociedade em que está inserido. Conforme Moran,
As mudanças na educação dependem também dos alunos. Alunos curiosos e motivados facilitam enormemente o processo, estimulam as melhores qualidades do professor, tornam-se interlocutores lúdicos e parceiros de caminhada do professor-educador. Alunos motivados aprendem e ensinam, avançam mais, ajudam o professor a ajuda-los melhor. Alunos que provêm de famílias abertas, que apoiam as mudanças, que estimulam afetivamente os filhos, que desenvolvem ambientes culturalmente ricos, aprendem mais rapidamente, crescem mais confiantes e se tornam pessoas mais produtivas (MORAN, 2000, p. 17 – 18).
Percebe a necessidade de se trabalhar as novas tecnologias no ensino da Matemática aliada na construção de verdadeiros conhecimentos, preparando o profissional para o futuro para uma vida social e profissional, possibilitando ao aluno, viajar pelo mundo virtual, porém, cheia de tecnologia capaz de levar o aluno a qualquer lugar do mundo, além de interagir com outras pessoas em qualquer lugar do planeta.
           A formação continuada dos profissionais da educação, é de suma importância para melhor inserção da tecnologia nas escolas, e assim, melhora também do ensino e aprendizagem dos educandos, destacando mais uma vez que para os profissionais da zona rural, essa formação é indispensável.

RESUMO DO ARTIGO 2

RESUMO DO ARTIGO 2
Artigo: O USO DAS TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO
NA PRÁTICA PEDAGÓGICA DA ESCOLA  

Resumo: Este artigo baseia-se na percepção de que o desenvolvimento das Tecnologias de Informação e Comunicação traz ao processo do ensino e da aprendizagem um conjunto significativo de alterações, desde os suportes materiais às metodologias, até os modelos conceptuais da aprendizagem. Como então, utilizar as Tecnologias da Informação e Comunicação para melhorar o processo ensino- aprendizagem? O objetivo é investigar as práticas pedagógicas efetivas que conduzem à qualidade no processo de ensino e de aprendizagem, verificando a função e a importância dos recursos tecnológicos no processo. A pesquisa apresenta os dados coletados, por meio de um questionário com o uso da tecnologia, com conteúdos do 2º bimestre, dos professores do Colégio Estadual Otalípio Pereira de Andrade do município de Campo Largo, onde se ressalta a importância do uso das TICs pelo aumento do interesse, participação e motivação dos alunos, a aprendizagem mais significativa e a aula produtiva e dinâmica, facilitando a problematização dos conteúdos. Evidencia-se também, a necessidade da formação e o aperfeiçoamento dos docentes quanto ao uso das tecnologias da informação e comunicação para que os professores sejam capacitados para assumir o papel de facilitador da construção do conhecimento pelo aluno e não um mero transmissor de informações. Conclui-se que, o uso das tecnologias por si só não representa mudança pedagógica, se for usada somente como suporte tecnológico para ilustrar a aula, o que se torna necessário é que ela seja utilizada como mediação da aprendizagem para que haja uma melhoria no processo ensino-aprendizagem.

Professora da rede pública de Educação, licenciada em Matemática, pós-graduada em Metodologia do Ensino de 1º e 2º graus, Ciências Matemáticas e Formulação e Gestão de Políticas Públicas; Dra. Eng. Professora do Departamento de Ciências e Gestão da Informação da UFPR.
Acesse o artigo: http://www.redalyc.org/html/873/87314209006/

FOTOS DA OFICINA



RESUMO DA OFICINA

RESUMO DA OFICINA

A presente oficina teve por objetivo analisar a formação continuada dos professores no ensino e aprendizagem de Matemática para o uso da informática na escola, tendo em vista as ações e projetos contidos no PPP (Plano Político Pedagógico) da Escola Municipal Ercina Monteiro - Porto Nacional/TO. A análise foi feita tanto em termos de proposta, isto é, considerando o planejamento das ações, quanto em termos de implementação, considerando as ações como elas efetivamente aconteceram. Por meio de uma abordagem qualitativa de pesquisa, acompanhei cada professor em algumas atividades com o uso do computador capacitando e oferecer suporte técnico e pedagógico. Considerando que todos vivemos em um meio tecnológico, é que se faz necessária a utilização desse recurso desde os anos iniciais. Buscando potencializar o seu uso, é preciso preparar os professores e dar oportunidades para as mudanças que a tecnologia pode trazer para as suas metodologias de ensino, foram feitos os registros das observações das oficinas na área de Matemática, questionários com os professores participantes destas oficinas e entrevistas com coordenador da unidade escolar por meio das oficinas pedagógicas. As tensões entre a proposta e a implementação, reveladas na análise dos dados, foram discutidas à brilho da literatura sobre professores e computadores. O estudo apresenta também algumas sugestões para a formação continuada de professores de Matemática para o uso da informática na sala de aula.

sábado, 17 de junho de 2017

Formação de Professores: uso de tecnologia no Ensino da Matemática

A oficina será expositiva e dialogada, instigando a participação dos docentes, com auxilio de textos, programas e softwares envolvendo os conteúdos, Pois o mesmo dará abertura a leituras e debates, pesquisas, trabalhos em grupos e individuais, utilização de programas voltados à disciplina de matemática e a construção de um blog para a divulgação de conteúdos a serem trabalhados. 1° Encontro (06/03/2017) Apresentação da oficina, exposição dos conteúdos a serem trabalhados. (Parte teórica), 2° Encontro (27/03/2017) O uso das tecnologias de informações e comunicação (TICs) que estão disponíveis na unidade escolar; para o enriquecimento das aulas dos docentes em suas aulas de matemática. (Parte prática) e o 3° Encontro (24/04/2017) Conclusão e debate sobre a oficina, resultados da aplicação de cada docente na sala de aula.


QUESTIONÁRIO

1. Qual é o seu sexo?
 Feminino   (   )
 Masculino   (   )

2. Qual é a sua idade?
Menos de 25 (  )
 25-29    (   )
 30–39   (   )
 40-49     (    )
50-59      (   )

3. Há quanto tempo você trabalha como professor?
 Este é meu primeiro ano    (    )
1-2 anos (    )
3-5 anos  (    )
6-10 anos (    )
 11-15 anos (    )
 16-20 anos (    )
 Há mais de 20 anos (    )

4.  Pensando nas suas necessidades de desenvolvimento profissional, por favor, indique até que ponto você tem estas necessidades em cada uma das áreas relacionadas.
Nenhuma necessidade / Pouca necessidade / Moderada necessidade /             Grande necessidade

a) Referencial de conteúdo e de desempenho para minha (s) principal(is) área(s) de ensino ................................
 b) Práticas de avaliação de alunos ................................
 c) Gestão da sala de aula ................................................................
d) Conhecimento e compreensão de minha(s) principal(is) área(s) de ensino ................................
e) Conhecimento e entendimento das práticas de ensino (mediação do conhecimento) em minha(s) principal(is) área(s) de ensino ................................
 f) Habilidades em TIC (Tecnologia de Informação e Comunicação) para o ensino ................................................................

5. Qual frequência você utiliza os recursos TICs da sua escola?
Nunca   (     )
Sempre   (     )
Nenhuma das alternativas  (    )


         Artigo: O uso de tecnologia na formação do professor de matemática pode auxiliar na produção de mudanças em sua prática pedagógica?

Resumo: Neste artigo discutimos o uso da tecnologia em um Projeto de formação profissional continuada desenvolvido pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUCSP) em convênio com a Secretaria Estadual de Educação de São Paulo, o curso de “Especialização em Educação Matemática para Professores do Ensino Médio”. Analisamos as contribuições que a tecnologia pode ter dado ao desenvolvimento profissional dos docentes. O processo de educação continuada se desenvolveu formato bimodal, ou seja, incluiu parte presencial e parte a distancia, assim sendo a tecnologia permeou todo o curso. Os professores-alunos tiveram o suporte de um ambiente de ensino a distância4 por meio do qual puderam se comunicar tanto com os professores-formadores quanto com os demais professores-alunos e, além disso, o ambiente foi utilizado para a disponibilização de materiais de apoio, assim como para o depósito e compartilhamento das produções desses professores-alunos. No curso, além dos estudos teóricos e matemáticos os professores-alunos, trabalhando em pequenos grupos, criaram e analisaram sequências didáticas, para em seguida, desenvolver pesquisas em suas salas de aula e, ao final, escrever uma monografia individual.
Tecnologia e a Formação de professores de Matemática a fundamentação teórica sobre formação de professores e tecnologia veio de autores tais como Valente e Masetto, que nos auxiliaram na construção da mediação da aprendizagem.                Para Valente (1999), o processo de construção do conhecimento nos ambientes virtuais está intimamente ligado à abordagem pedagógica utilizada e é a abordagem de      “estar junto virtual”que oferece as melhores condições para o desenvolvimento de situações de aprendizagem. Nela pressupõem-se a participação constante de todos os alunos e também o acompanhamento e assessoramento do professor; privilegia-se a construção colaborativa do conhecimento, dada a facilidade para trocas de informações e pesquisa pela internet. O planejamento de cursos de formação de professores em ambientes virtuais deve focar o processo de aprendizagem, as reflexões sobre as práticas pedagógicas, a comparação entre o ensino e a aprendizagem nos ambientes convencionais e nos virtuais. É fundamental, ainda, a integração das estratégias de
mediação e a escolha de técnicas em concordância aos objetivos pretendidos       (Masetto, 2000). Partindo da hipótese que quando a formação se faz com uso da tecnologia o professor se familiariza com ela, o que pode levá-lo a ter um novo olhar sobre ela, procuramos investigar se o uso de tecnologia pode auxiliar na produção de mudanças na prática pedagógica.

Valente, J. A. Computadores na Sociedade do Conhecimento. Campinas: NIED/Unicamp, 1999. O uso de tecnologia no processo de formação do professor de matemática pode auxiliar na produção de mudanças em sua prática pedagógica?
Acesse o artigo: http://www.limc.ufrj.br/htem4/papers/14.pdf