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sexta-feira, 21 de julho de 2017
quinta-feira, 20 de julho de 2017
terça-feira, 18 de julho de 2017
LINHA PEDAGÓGICA ESCOLA TRADICIONAL
UFT – PARFOR – MATEMÁTICA
ESTÁGIO III
PROF° PAULO ALEXANDRE
ACADÊMICOS: ELISANGELA FABINO
KLEBER GOMES
OLINDA BELIZÁRIO
Escola Tradicional
A escola tradicional de ensino teve a sua origem no século XVIII, a partir
do Iluminismo. O objetivo principal era universalizar o acesso do indivíduo ao
conhecimento. Possui um modelo firmado e certa resistência em aceitar
inovações, e por isso foi considerada ultrapassada nas décadas de 60 e 70.
As escolas que adotam o sistema tradicional acreditam que a formação
de um aluno crítico e criativo depende justamente da bagagem de informação
adquirida e do domínio dos conhecimentos consolidados.
Não há lugar para o aluno atuar, agir ou reagir de forma individual. Não
existem atividades práticas que permitem aos alunos inquirir, criar e construir.
Geralmente, as aulas são expositivas, com muita teoria e exercícios
sistematizados para a memorização.
O professor é o guia do processo educativo e exerce uma espécie de
“poder”. Tem como função transmitir conhecimento e informações, mantendo
certa distância dos alunos, que são “elementos passivos”, em sala de aula.
O ensino corresponde numa aprendizagem onde o professor da a
matéria e uma lição para o aluno fazer, no qual na próxima aula faz uma
recapitulação da aula anterior corrigindo os exercícios, se todos fizerem, passa
a frente, se ficou duvidas é preciso que se prolongue mais esta matéria, depois
de solucionar todos os problemas, ai podemos prosseguir com a matéria.
Um fator que não é cumprido e que tende a levar o aluno que não
consegue aprender, tendo de abandonar a escola, pois o professor só
transmite a matéria e não se preocupa em ajudar os alunos no solucionamento
de suas duvidas.
Esta tendência compromete a transformação da sociedade, já que não
há questionamentos e nem pensamentos críticos, os homens e mulheres
apenas serão capazes de repetir o que lhe foi repassado em qualquer
disciplina, o que desenvolve apenas a memória e a retenção de informações.
Trabalhar o pensamento crítico e reflexivo fica em segundo plano, de forma aos
alunos não perceberem todo processo alienatário e e excludente presente na
sociedade capitalista.
A Pedagogia Tradicional que Libâneo mostra é aquela que não
respeita as individualidades do aluno e que faz o ensino permanecer distante
da realidade dos alunos, já que o conhecimento absoluto vem dos professores,
o que fazer com as experiências e os conhecimentos já adquiridos pelos alunos
em seu meio? Por isso a necessidade e a preocupação de que a educação
parta do geral, para o particular, tornando a educação um processo dinâmico e
dotado de significado aos alunos.
As avaliações são periódicas, por meio de provas, e medem a
quantidade de informação que o aluno conseguiu absorver.
São escolas que preparam seus alunos para o vestibular desde o início
do currículo escolar e enfatizam que não há como formar um aluno
questionador sem uma base sólida, rígida e normativa de informação.
O estudo da Pedagogia Tradicional, erroneamente aplicado nas escolas
é uma espécie de educação alheia as experiências e reais necessidades dos
alunos, já que promove uma certa padronização do conhecimento, onde o
professor é o dono do conhecimento e transmite aos poucos para seu aluno
que passivamente apenas memorizam o conteúdo de forma a saber, ou melhor
decorar, sem uma mínima interação aluno-professor.
CONCLUSÃO
Pedagogia Tradicional caracteriza-se pelas:
- concepções de educação onde prepondera a ação ação de agentes externos na formação dos alunos,
- o primado do objeto de conhecimento,
- a transmissão do saber constituído na tradição e nas grandes verdades acumuladas pela humanidade
- e pela concepção de ensino como impressão de imagens propiciadas ora pela palavra do professor ora pela percepção sensorial.
REFERÊNCIAS
MORANDI, Franc. Modelos e métodos em Pedagogia; obra organizada por
René La Borderie; tradução: Maria Leonor Loureiro. – Bauru, SP: EDUSC
segunda-feira, 17 de julho de 2017
Artigo Final - Disciplina de Estágio II
FORMAÇÃO DE PROFESSORES: USO DE
TECNOLOGIAS NO ENSINO DA MATEMÁTICA PARA OS PROFESSORES DA ESCOLA MUNICIPAL
ERCINA MONTEIRO PEREIRA
Elisangela Andade
Fabino de Souza
Licenciada em
Matemática – Plano Nacional de Formação de Professores da Educação Básica, da
Universidade Federal do Tocantins.
Resumo: Este trabalho descreve um projeto de ensino elaborado e
desenvolvido no decorrer da disciplina Estágio Supervisionado II, disciplina
que faz parte da grade curricular do curso de Matemática da Universidade
Federal do Tocantins. Esse projeto foi desenvolvido na Escola Municipal Ercina
Monteiro Pereira no reassentamento do Prata Município de Porto Nacional Estado
do Tocantins, com os professores da Educação Básica. Durante a realização deste
trabalhou foi observado que apesar da Unidade de Ensino oferecer recursos
tecnológicos como Datashow, internet, alguns computadores, esses recursos não
eram aproveitados pela grande maioria devido à falta de habilitação dos docentes
para o uso destes recursos. A oficina foi de grande importância na formação dos
professores, onde pode se orientá-los quanto ao uso destes recursos
tecnológicos disponíveis na escola e seus benefícios na construção de um melhor
Ensino e Aprendizagem.
Palavras-chave: Tecnologia. Formação. Processo
ensino-aprendizagem. Aprendizagem significativa.
Introdução
A
Secretaria do Municipal de Porto Nacional Estado do Tocantins vem desenvolvendo
ações para incorporação de tecnologias de informação e comunicação nas escolas
públicas municipais, como recursos didáticos dos professores e estratégia de
Política Pública de Inclusão Digital.
Este
trabalho da disciplina de estágio II veio para apresenta uma reflexão sobre o
porquê utilizar os recursos tecnológicos e o que se pretende atingir, a importância
do uso das tecnologias, de forma significativa, criativa e inteligente.
Considerando-se
um recurso auxiliar na prática pedagógica do professor, a inserção das
tecnologias em sala de aula deve ser acompanhada por uma metodologia adequada
às necessidades dos alunos, utilizando-se de maneira adequada e significativa,
questionando o objetivo que se quer atingir, levando-se em consideração o lado
positivo e as limitações que apresentam.
A
formação, o envolvimento e o compromisso de diretores, professores e pedagogos
no processo educacional tornam-se fundamental, repensando o processo ensino –
aprendizagem. Considera-se importante ao professor conhecer as possibilidades
metodológicas que as tecnologias trazem para trabalhar o conteúdo, através de
atividades criativas, de um processo de desenvolvimento consciente e reflexivo
do conhecimento, usando pedagogicamente os recursos tecnológicos, com
perspectiva transformadora da aprendizagem escolar.
Pode-se
dizer que as mídias têm grande poder pedagógico, pois se utilizam da imagem.
Assim, torna-se cada vez mais necessário que a escola se aproprie dos recursos
tecnológicos, dinamizando o processo de aprendizagem.
Para
que a sala de aula se torne um espaço de aprendizagens significativas, torna-se
necessário que os dois atores, professor e aluno, estejam presentes e atuantes,
desencadeando o processo de ensino e aprendizagem.
Do
quadro de giz aos computadores ligados à internet, passamos por tecnologias das
mais diferenciadas que, utilizadas adequadamente, auxiliam no processo
educacional.
Professores
e alunos já utilizam, há algum tempo, a TV, o vídeo, o DVD, o rádio e já estão
fazendo uso dos computadores, internet e pendrive.
Foi diante desse cenário que o presente
estudo, fez se necessário, buscando através de formações, desenvolvendo
oficinas tecnológicas, mostrar aos professores de matemática e também de outras
disciplinas a necessidade e a importância das novas tecnologias a serviço da
educação e sua contribuição de forma eficiente ao ensino atual.
REFERENCIAL TEÓRICO
Na
virada do século, não se trata mais de nos perguntarmos se devemos ou não
introduzir as novas tecnologias da informação e da comunicação no processo
educativo. Já na década de 80, educadores preocupados com a questão
consideraram inevitável que a informática invadisse a educação e a escola,
assim como ela havia atingido toda a sociedade (Monteiro & Rezende, 1993).
Atualmente,
professores de várias áreas reagem de maneira mais radical, reconhecendo que,
se a educação e a escola não abrirem espaço para essas novas linguagens, elas
poderão ter seus espaços definitivamente comprometidos (Kawamura, 1998).
Sabemos,
entretanto, que os meios, por si sós, não são capazes de trazer contribuições
para a área educacional e que eles são ineficientes se usados como o
ingrediente mais importante do processo educativo, ou sem a reflexão humana.
Mesmo aqueles que defendem a tecnologia, proclamando apenas seus benefícios,
deveriam considerar que a tecnologia educacional deve adequar-se às
necessidades de determinado projeto político-pedagógico, colocando-se a serviço
de seus objetivos e nunca os determinando.
Embora
seja verdade que a tecnologia educacional não irá resolver os problemas da
educação, que são de natureza social, política, ideológica, econômica e
cultural, essa constatação não nos pode deixar sem ação frente à introdução das
inovações tecnológicas no contexto educacional. Ainda é preciso continuar
pesquisando sobre o que as novas tecnologias têm a oferecer à educação, para
que tenhamos condições de formar uma visão crítica fundamentada sobre o seu
uso.
Esse
deve ser o grande desafio em qualquer projeto de inovação tecnológica na área
educacional. Sabemos que, se a tecnologia não recebe o tratamento educacional
necessário, o alcance do projeto tende a ser efêmero, não alterando o cotidiano
de professores e alunos nem trazendo contribuições ao processo de
ensino-aprendizagem (Candau, 1991).
A
introdução de novas tecnologias na educação não implica necessariamente novas
práticas pedagógicas, pois podemos com ela apenas vestir o velho com roupa
nova, como seria o caso dos livros eletrônicos, tutoriais multimídia e cursos a
distância disponíveis na Internet, que não incorporam nada de novo no que se
refere à concepção do processo de ensino aprendizagem. Dessa forma, as novas
tecnologias são usadas apenas como instrumento (Pretto, 1996), os que tende a
ser inócuo na educação se não repensaram os demais elementos envolvidos nesse
processo.
Nesses
termos, “sua utilização acaba por resultar quase sempre em aulas em vídeo
iguais às da escola de hoje, ou a textos em microcomputadores, interativos
e auto-instrutivos, mais limitados que
os livros existentes nas estantes escolares” (Kawamura,1998).
Acreditar,
entretanto, que novas práticas pedagógicas implicam o uso de novas tecnologias,
confiando à tecnologia educacional a renovação da educação, seria uma visão
extremamente tecnicista do processo educativo. Para Dillon (1996), acreditar
que qualquer nova tecnologia nos oferece os meios de resolver nossos problemas
educacionais é fazer parte da nova tecnocracia. Segundo ele, essa nova
tecnocracia não é muito diferente da velha tecnocracia das máquinas de ensinar
de Skinner, mesmo que admitamos avanços teóricos de lá para cá.
Com o uso das novas
tecnologias pode se promover no ensino da Matemática, fazendo com que o aluno
tenha uma aprendizagem rápida, fácil, interativa e acompanhada de um raciocínio
lógico. Portanto professor e aluno devem acompanhar a evolução da tecnologia e,
assim, se inserir neste mundo cada vez mais tecnológico.
Os professores de
matemática das instituições de ensino devem estar preparados para a utilização
dos recursos tecnológicos, tendo domínio dos mesmos, pois precisam agir como
mediadores em suas aulas, mostrando a seus educandos como se busca o
conhecimento, desenvolvendo neles a capacidade de se auto educar, construir
seus próprios conceitos e ter autonomia de resolver os problemas, participando
ativamente da sociedade em que está inserido. Conforme Moran,
As mudanças na
educação dependem também dos alunos. Alunos curiosos e motivados facilitam
enormemente o processo, estimulam as melhores qualidades do professor,
tornam-se interlocutores lúdicos e parceiros de caminhada do professor-educador.
Alunos motivados aprendem e ensinam, avançam mais, ajudam o professor a
ajuda-los melhor. Alunos que provêm de famílias abertas, que apoiam as
mudanças, que estimulam afetivamente os filhos, que desenvolvem ambientes
culturalmente ricos, aprendem mais rapidamente, crescem mais confiantes e se
tornam pessoas mais produtivas (MORAN, 2000, p. 17 – 18).
Percebe a
necessidade de se trabalhar as novas tecnologias no ensino da Matemática aliada
na construção de verdadeiros conhecimentos, preparando o profissional para o
futuro para uma vida social e profissional, possibilitando ao aluno, viajar
pelo mundo virtual, porém, cheia de tecnologia capaz de levar o aluno a
qualquer lugar do mundo, além de interagir com outras pessoas em qualquer lugar
do planeta.
A
formação continuada dos profissionais da educação é de suma importância para
melhor inserção da tecnologia nas escolas, e assim, melhora também do ensino e
aprendizagem dos educandos, destacando mais uma vez que para os profissionais da
zona rural, essa formação é indispensável.
Questionário aos Docentes
No início
da formação como os docentes de matemática da Educação Fundamental II foi
realizado um questionário, a fim de conhecer a realidade de cada um quanto ao
domínio e uso das tecnologias em sua vida profissional.
Neste
questionário contatou se que a grande maioria apesar de ter computador próprio,
possuem muita dificuldade de manusear as ferramentas do mesmo; dessa forma não
utilizando como facilitador de ensino aprendizagem.
Formação Continuada
A
oficina foi realizada entre os meses de março e abril, na Escola Municipal
Ercina Monteiro Pereira no Município de Porto Nacional /TO, com a professora Elisangela
de Andrade Fabino de Souza como ministrante. Participaram da oficina professores
de Matemática, Coordenadora e a direção da Unidade de Ensino. Foram
apresentadas e realizadas atividades em grupo de forma lúdica, incentivando os
profissionais de educação a utilização dos recursos tecnológicos oferecidos
pela Unidade de Ensino no desenvolvimento de suas aulas, a fim de melhorar suas
metodologias e, por conseguinte existir maior índice de aprendizagem por parte
dos educandos.
Apresentação
1º encontro: Apresentação da oficina, exposição dos conteúdos a serem trabalhados. (Parte
teórica)
2º encontro: O uso das tecnologias de informações e comunicação (TICs) que estão
disponíveis na unidade escolar; para o enriquecimento das aulas dos docentes em
suas aulas de matemática. (Parte prática)
3º encontro: Conclusão e debate sobre a oficina, resultados da aplicação de cada
docente na sala de aula.
Resultados
e Discussões
O Estágio Supervisionado II serviu para renovar as práticas pedagógicas
dos docentes, pois o mesmo contagiou tanto professores quanto alunos, pois a
inovação esteve presente no decorrer da execução desta ação. Possibilitou ao
professor repensar a sua prática pedagógica em sala de aula e rever quais
metodologias aplicaria para inovar em suas aulas. Nesta formação foi
trabalhada a teoria e prática do uso das TICs ao processo de ensino
aprendizagem em benefício dos profissionais para melhor auxiliar suas aulas,
ajudando os a superar as suas dificuldades ao uso das TICs.
Portanto, a realização da formação foi gratificante, tanto para o
professor mediador, quanto para todos os participantes da mesma, na qual pode
ajudar e orientar quanto ao uso das TICs no processo de ensino aprendizagem.
Conclusão
Através
deste trabalho conclui-se que as tecnologias usadas com fim educacional /
pedagógico ampliam as possibilidades de o professor ensinar e o aluno aprender.
Quando utilizada com significado e critério, a tecnologia pode contribuir para
a produção do conhecimento e a melhoria do processo ensino - aprendizagem.
O
professor precisa buscar conhecer e estar consciente de que a adoção de
tecnologias da informação e da comunicação na área educacional tem reflexos na
sua prática docente e nos processos de aprendizagem, conduzindo para a
apropriação de conhecimentos.
Através
da pesquisa realizada verificou-se, através do relato dos professores, a
importância do uso das TICs pelo aumento do interesse, participação e motivação
dos alunos, a aprendizagem mais significativa e a aula produtiva e dinâmica,
facilitando a problematização dos conteúdos.
Para
um uso significativo das tecnologias, que traga resultados no processo de
ensino e de aprendizagem, evidencia-se a necessidade da formação e o
aperfeiçoamento dos educadores quanto ao uso das tecnologias, afim de que desenvolvam seu trabalho de forma eficiente,
renovada e atualizada; para que estejam cada vez mais aptos e comprometidos na
inserção do uso das novas tecnologias no ensino da Matemática, fazendo assim
suas aulas mais prazerosas e com um ensino eficiente.
Referências
ALMEIDA,
Maria Elisabeth Bianconcini de. ProInfo: Informática e Formação de
Professores. vol. 1. Série de Estudos Educação a Distância. Brasília:
Ministério da Educação, Seed, 2000b.
BARROS, Armando
Martins de; CORTES, Erica; BASTOS, Patrícia. Notas sobre as práticas
discursivas ao olhar: os álbuns de família com motivos escolares. Rio de
Janeiro: Epapers, 2003. ALMEIDA, Paulo Nunes de. Dinâmica lúdica: jogos
pedagógicos para escolas de 1º e 2º graus 4.ed. São Paulo: Loyola, 1984. ARAÚJO,
S. K. Escolas no Ar: a gestão de sistemas educomunicativos para o uso
pedagógico do rádio. Natal, RN: UFRN, 2003. BEHERENS, Marilda Aparecida, "Projetos
de aprendizagem colaborativa num paradigma emergente", em MORAN, José
Manuel. Novas tecnologias e mediação pedagógica, Campinas: Papirus,
2000.
DEMO,
Pedro. TICs e educação, 2008 http://www.pedrodemo.sites.uol.com.br
DUARTE, Rosália. Mídia audiovisual e formação de professores. http://wwwusers.rdc.puc-rio.br/midiajuventude/textaudioeformaprof.htm
Acessado em [16 de novembro de 2009].
sábado, 1 de julho de 2017
Resultados e Discussões
Resultados e Discussões
O Estágio
Supervisionado II serviu para renovar
as práticas pedagógicas dos docentes, pois o mesmo contagiou tanto professores quanto
alunos, pois a inovação esteve presente no decorrer da execução desta ação.
Possibilitou ao professor repensar a sua prática pedagógica em sala de aula e rever
quais metodologias aplicaria para inovar em suas aulas. Nesta formação foi
trabalhada a teoria e prática do uso das TICs ao processo de ensino
aprendizagem em benefício dos profissionais para melhor auxiliar suas aulas,
ajudando os a superar as suas dificuldades ao uso das TICs.
Portanto, a
realização da formação foi gratificante, tanto para o professor mediador,
quanto para todos os participantes da mesma, na qual pode ajudar e orientar
quanto ao uso das TICs no processo de ensino aprendizagem.
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